sábado, 25 de janeiro de 2014

Criação de uma cerveja!

Inspirado pelo amigo e grande mestre cervejeiro Diogo Machado, vou apresentar o meu processo de criação das minhas cervejas.
Tudo começa pelo rótulo, eu leio, vejo ou escuto um nome que logo associo a um rótulo seguido do estilo da cerveja, sempre com muita harmonia. 
Uma vez criado o rótulo o segundo passo é estudar o estilo de cerveja artesanal a ser brassada. Sempre dou uma boa lida no BJCP, um guia de cervejas artesanais. Agora já tenho um norte para seguir, passo para uma pesquisa na internet onde procuro receitas do estilo da cerveja, estudo com muito critério os maltes, lúpulos e fermentos usados.
Levo um tempo analisando cada insumo individualmente, procuro possíveis substitutos com as mesmas características.
Depois de convencido do que quero para minha cerveja dentro do estilo programado, vou criar a minha receita no Beer Smith 2.
Ocorre que muitas vezes eu acabo modificando ou dando mais um toque pessoal durante a brassagem, é irresistível ter o controle total da sua criação. 
Ai amigo é só esperar passar por todas as fazes da produção da cerveja que dura uns trinta dias para saber o que realmente você criou, pode ser uma bela cerveja ou uma fera!!!
Só para ter uma ideia do processo produtivo, já tem uma fila de cervejas a serem brassadas:
Matrimonial - Uma Belgian Strong Golden Ale achampanhada, presente de casamento do Davi e Andressa.
Merlin - Uma Barley Wine, cerveja de guarda, só para beber em Outubro.
Dublin Premiun - Uma Irish Red Ale.
Browntafogo - Uma Brown Porter.
Homo Sapiens 2.0 - Uma cerveja bem primitiva.
A lista é grande, a vontade de brassar é maior ainda.
Deixo como exemplo de rótulo a minha Wit Lee, homenagem ao grande Bruce Lee mestre das artes marciais, cuja brassagem foi hoje.
Já escrevi o bastante sobre o meu processo de criação das minhas cervejas, agora nesse exato momento vou abrir uma Weizenbier, a minha primeira cerveja com controle de temperatura, saúde!!! 

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