Como já comentado em postagem anterior, produzimos uma cerveja artesanal no estilo Brazilian Witbeier, a primeira Witbier Tupiniquim.
Esse é o nosso rótulo comemorativo da brassagem coletiva, uma verdadeira cerveja Jackbier produzida no Jacaré, Rio de Janeiro.
Além da tradicional confraternização entre os componentes do grupo, recebemos uma nova e valiosa adesão, o cervejeiro artesanal Diogo Itabier, que agora passa a ser membro permanente do grupo Suburbreja.
Foto da galera no inicio da brassagem, da esquerda para direita, Leo Nunes, Virgilio Neto, Leo Negreiros, Alessandro Bessa, Davi Jardim e João Ramos. Ao fundo da para ver o Kennedy Leal que além de sua participação, nos brindou com dois suculentos e maravilhosos pães de malte recheado com linguiça e queijo, simplesmente delicioso.
Nessa foto de camisa amarela o novo componente do grupo o Diogo Itabier.
A galera já com a mão na massa recirculando o mosto com uma bomba de máquina de lavar louça.
Como em qualquer evento sempre acontece o imprevisto, mas nada que não possa ser solucionado, um entupimento na bazuca deu um bom trabalho para lavar o bagaço do malte. O entupimento foi contornado passando todo o mosto para outro recipiente e tudo caminhou, mesmo um pouco mais lento que o habitual.
Na foto acima já estamos resfriando o mosto com montagem de uma verdadeira estrutura industrial organizada.
Mais duas fotos do resfriamento do mosto após fervura e o Leo conferindo a OG no refratômetro.
Como fazer cerveja da muita sede, em todo o processo produtivo foram degustadas varias brejas, desde Pilsens, passando pela Amnésia da Mistura Clássica, IPAS, Weizenbock, Irish Red Ale, Quadrupel, Golden Strong Ale, Saison, entre outros estilos. Como ninguém é de ferro e saco vazio não para em pé, além do delicioso pão de malte, rolou o tradicional frango de padaria com pão francês e muita cerveja artesanal.
A foto comprova o que foi degustado durante a produção da Wit.
Em falando em Wit, essa foi temperada com gengibre, semente de coentro, raspa de casca de limão siciliano e pimenta. O aroma durante a fervura era maravilhoso com predomínio do limão siciliano.
Já finalizando a nossa brasagem, o Alessandro está aerando o mosto para inocular a levedura da Witbier.
Os galões prontos para iniciar a fermentação, que será controlada e monitorada pelo mestre Alessandro da cervejaria Bessa.
Para concluir essa postagem quero agradecer ao Kennedy pela presença e os pães de malte, a galera toda que compareceu em massa e participou intensamente da produção.
Agora é começa a faze mais difícil de uma produção de cerveja artesanal que é esperar ficar pronta para beber. Mas faz parte de todo o processo de produção.
Tudo isso me deu muita sede, vou até minha geladeira cervejeira que está bem ao meu lado e abrir uma cerva. Saúde!!!




















